Ela costumava se sentir dependente. Dependente daquele sorriso, dependente daquele amor, dependente daquele beijo, daquele abraço… Dependente daquela pessoa. Aquela que normalmente fazia seu dia mais claro, mais alegre. Aquela que lhe impulsionava a uma felicidade além do normal. Porém ela sabia que aquele rapaz a fazia mais mal do que bem, via isso mas preferia ignorar o fato. E foi ignorando até que não aguentou mais. Uma hora ou outra a verdade sempre fala mais alto, não é? Deixou-o de lado, não queria mais ser enganada, não queria mais viver de ilusões. Percebeu que ela amava por ambos, todo o amor que aquele rapaz dizia ter na realidade nunca existiu. Foi usada e trocada. E nada dói mais do que a sensação de não servir mais, de não ser mais suficiente para aquele alguém pelo qual você tinha, e ainda tem, tanto apego. Muitos podem achar que não, mas uma hora você acaba esquecendo, sabe? Esquecendo quem não merece seu amor, nem sua atenção. E isso com certeza é o melhor a se fazer, esquecer. Pode demorar um bucado, mas vale a pena. Porque depois que tudo passa, você percebe que tinha algo lhe impedindo de sorrir verdadeiramente, de sorrir com vontade. Tinha algo lhe impedindo de ser o motivo da sua própria felicidade. Percebe que existe alguém que sempre irá lhe perdoar, sempre irá te compreender, alguém que sempre estará ao seu lado. E esse alguém é você mesma. Se você não se amar, ninguém vai. Pense nisso, moça. Você merece coisa muito melhor do que alguém que só diz eu te amo da boca para fora. Faça com que agora sua felicidade venha antes que qualquer coisa. Chega de sacrificar a sua alegria, pela de quem não está nem ligando para ti. Chega. Carol Cardoso, real-desapego.
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Beatriz, 12. Brasil.
Good girls love bad boys, but bad girls don't love.

chayesophiafco:

Chay pra Sophia:  ”Deus te abençoe neste dia tão especial. Você é muito importante para todo mundo, todo mundo torce muito pelo seu sucesso. Eu espero que você se dê muito bem em tudo que faça, porque você é muito talentosa. E seja sempre feliz e não tire o sorriso do rosto.”





Parabéns Anjo. 


1:57 pm + 3 notes + i know you want reblog
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" Amar, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido.


Bom, não sei nem como começar, mas acho que vai ser do começo. Rs. 

Um dia desses, tava pensando em sair de casa e andar, andar te procurando, ir atrás de você. “Mas não é longe?” É. É muito longe, mas por ela faço qualquer coisa. Saí de casa, sem dinheiro, sem comida, só com a roupa do corpo, e uma foto tua. Que deixo em meu bolso e sempre quando acordo, falo: “Bom dia Vida”. Fui andando, sem rumo, sem destino. A fome me bateu. Pedi dinheiro na rua, nunca havia feito isso antes. Nunca pensei que faria isso algum dia. Consegui em torno de 5 reais, e comprei algo pra comer. Tinha andado por pelo menos uns 5 quilômetros. A pé. Sem rumo. Atrás de você. Sabia que todos em casa estavam a minha procura, mas não me importava. Já era tarde, e estava fazendo muito frio, deitei em qualquer lugar da rua, em cima de um papelão, olhei a foto tua, a mais linda, a minha foto preferida, e “conversei” contigo, até que adormeci. No outro dia, o sol me acordou, os passarinhos cantavam alto. Mais uma caminhada a seguir. Estava muito longe ainda. Podia morrer antes de te encontrar. Guardei a foto no meu bolso. Pedi a uma senhora, que me comprasse um pão, a senhora, muito gentio, me deu um pão, e um copo com leite. Comi, agradeci e fui embora. Meus pés já tinham calos, calos grandes e que doíam cada vez que eu dava um passo. Sentei-me no chão, e tirei o tênis, minhas meias estavam cobertas por sangue! Não conseguia parar de chorar, de dor. Pedi um copo de água da torneira, em uma lanchonete, lavei meus pés, e o gerente do estabelecimento me deu alguns band-aids. Pus em cima dos machucados, e segui meu rumo. Andava, sem saber direito pra que direção. Tinha um mapa comigo, meu destino era o Rio de Janeiro.  Da minha cidadezinha até meu destino são 2.321 Km. Muito, muito longe. Mas eu não iria desistir. Mancando, e com muita dor, fui andando, até que cheguei em uma “BR”, não enxergava mais nada na minha frente, só estrada, estava com muita sede, e com um pouco de fome. Pensei em voltar. Me sentei no chão, antes de seguir, e fiquei chorando, chorei muito, e fiquei olhando pra aquela foto tua, e pensando no que iria fazer. Nessa foto você estava sorrindo, e eu disse a mim mesma: “Vai atrás desse sorriso, você precisa ver ele de perto. Nem que seja a última coisa que você faça na vida”. Antes de ir, voltei entrei numa padaria, e pedi uma garrafa de água, me trataram muito mal, e não me deram, uma das funcionárias de lá, viu meu desespero por água, e nas escondidas me deu um copinho com água, e 10 reais. Comprei 5 águas, e salgadinhos, dos mais baratos que tinha. Só pra eu poder me sustentar em pé. Fui andando. Quando anoiteceu, entrei no matagal, e me deitei por ali. Sabia que era arriscado, algum inseto, ou animal selvagem podia chegar perto de mim e me acontecer algo. Ocorreu tudo “bem”, no possível. Dormi mal, mas consegui cochilar durante algumas horas. 3 dias tinham se passado, nessa mesmo rotina, ninguém havia me achado, e muito menos tinha acontecido alguma coisa comigo. Já não tinha comida, nem água, isso era a pior parte, e o cansaço tomava conta de todo meu corpo. Mais uma vez, peguei a foto dela, acariciei, beijei e guardei-a novamente. Andava mais devagar que antes, e sem perceber, estava chorando, querendo uma solução. Enfim tinha chegada em outra cidade. Já havia saído de minha cidade. Não conseguia acreditar. Entrei em um posto de gasolina e pedi que me dessem qualquer coisa, eles disseram que só “davam” algo, se pagasse. Não tinha sequer 10 centavos. Perguntei então, que caminho seguir até o Rio de Janeiro, eles riram de mim e disseram: “Você quer ir até o rio de janeiro a pé, e sem dinheiro?! hahaha” eu  lhes falei: “Sim, eu quero, eu preciso chegar lá” Me perguntarem de novo: “Pra quê garota?” Eu falei: “Preciso encontrar minha vida.” Eles se entreolharam e riram, me deram água e me mandaram embora. Estava com muita fome. Andei na direção que haviam me falado pra ir. Senti que tinha alguém me seguindo. Meu coração acelerou, sentir meu braço tremer, e rapidamente olhei para trás. Dois homens muitos suspeitos, andavam cochichando e com cara de assustados. Temia, pois sabia que iria acontecer algo comigo. Andei o mais rápido que pude, sem chegar ao ponto de correr, consegui despista-los. Já havia passado 5 dias, e ainda faltava muito. A lua apareceu e me sentei em qualquer lugar por ali onde eu tava. Um senhor que guardava carros, em um ferro velho, perto de onde eu estava deitada, escutava musica num radinho velhinho e meio ruim, começou a tocar “Quando estou do seu lado” , e isso me fez chorar, cantava olhando pra foto dela. Quando acordei já era 16h00 da tarde, sabia por causa do sol. Tinha ideia da hora quando o via. Não conseguia me mexer, não conseguia mover um músculo. Tava muito fraca, com o rosto pálido, e a única coisa que fazia, era respirar. Queria chamar alguém e queria gritar, só que não conseguia, não tinha forças! Lembro-me que a última coisa que disse foi: “Sophi…”

Acordei no hospital, tomando soro, com minha mãe me perguntando por que eu tinha feito aquilo, que ficou muito preocupada, pensando que tinha acontecido algo de mais grave comigo. Eu comecei a chorar e disse-lhe: “Mãe, lembra quando eu digo que não consigo mais viver longe dela, e você fala que é besteira minha?! Então, eu não podia contar com você, fui sozinha, e tentei encontra-la, tentei chegar onde eu mais quero chegar, nos braços do meu anjo da minha vida.” Ela calou-se, pedi pra que pegasse minha calça e me dessa, quando ela me deu, tirei do bolso a foto dela e coloquei contra meu peito. Adormeci. Não tinha conseguido o que tanto queria, mas havia tentado. Não iria desistir. (diario-de-uma-sophied)


Troll nível 1000